Depois de uma era cansativa para os nossos ouvidos, Katy Perry chegou sem prometer o disco do milênio e agradou, em boa parte, nas escolhas do álbum "PRISM". Assim como o bem sucedido primeiro single "Roar", o novo disco da cantora pretende dar um rugido de liberdade em sua carreira.
Após queimar perucas e surpreender com os singles promocionais "Dark Horse" e "Walking On Air", Katy gerou um grande buzz entorno do disco que foi lançado hoje, apesar de ter vazado por inteiro na última semana.
O "PRISM" traz consigo uma vibe oitentista e mais leve se comparado ao extremo pop do "Teenage Dream". Apesar de não apresentar tantas canções com potencial de hit, o álbum caminha por músicas divertidas como "Birthday", "This Is How We Do" e, até mesmo, "Walking On Air" sem causar desconforto.
Para os fãs, "Legendary Lovers" é uma das mais fortes canções do disco e pode facilmente ser escolhido como futuro single do álbum. Porém, foi a sensível e adorável "Unconditionally" a ser escolhida como segundo single.
O dueto com Juicy J, "Dark Horse", é um dos pontos altos do álbum que também apresenta canções incríveis como "By The Grace of God" e as bônus tracks "Spiritual" e "It Takes Two". Olhando por cima, as músicas do álbum funcionam muito bem por si só, mas não criam um vínculo perfeito e não mostram um conceito perceptível.
De qualquer forma, PRISM pode não ter o sucesso merecido, mas é um álbum muito a frente de tudo que Katy fez na música pop. Uma evolução não só musical como também nos palcos, inclusive nos lives (quem acompanha tem percebido a diferença). Um saldo positivo, sem dúvidas.
De qualquer forma, PRISM pode não ter o sucesso merecido, mas é um álbum muito a frente de tudo que Katy fez na música pop. Uma evolução não só musical como também nos palcos, inclusive nos lives (quem acompanha tem percebido a diferença). Um saldo positivo, sem dúvidas.

















