Como quem não quer nada, Beyoncé simplesmente lançou um projeto na madrugada da última sexta, 13, que traz como título o seu nome. Não apenas um álbum, "BEYONCÉ" chegou como um 'visual album', até então, incomum na música.
O resultado não foi outro: #1 no iTunes de 100 países e chegando a vender 430 mil cópias (digitais) nas primeiras 24 horas após o lançamento.
O resultado não foi outro: #1 no iTunes de 100 países e chegando a vender 430 mil cópias (digitais) nas primeiras 24 horas após o lançamento.
Comecemos a falar das faixas do disco. Beyoncé, felizmente, puxou, mais uma vez, sua sonoridade para o R&B/Urban, nas 14 músicas que complementam o álbum homônimo. Dentre as parcerias presentes no disco, temos o marido Jay-Z, os rappers Drake e Frank Ocean, e até a filhinha Blue Ivy.
A falta do teor "comercial" na música de Beyoncé, pessoalmente, me agrada bastante. Esse estilo musical da Mrs. Carter, sem dúvida, é o seu melhor na música. A primeira parte do projeto audiovisual é tudo isso que temos em mãos. E, sinceramente, é muito bom, diga-se de passagem.
Foi meio complicado de escolher, mas minhas faixas preferidas são "Pretty Hurts", "Drunk in Love (ft. Jay-Z)", "Partition", "XO" e a, pessoal, "Blue".
Já os clipes, que completam o projeto audiovisual, exploram, principalmente, o sexo e a sensualidade, bem como a ditadura da beleza, o introspectivo, o sobrenatural, o religioso, entre outros temas. Os 17 clipes acabam se tornando interdependentes e concretizam uma experiência única e agradável.
Devo, por fim, acrescentar os meus clipes favoritos: "Partition", "Blow", "Jealous", "XO" e, claro, "Blue" (especialmente porque foi gravado em nosso país).
Sem dúvidas, uma surpresa bastante agradável para o fim de 2013.

















