1 de maio de 2014

Um mundo de apps

Hoje o Geração F5 desenterra a antiga coluna Tech Up pra falar de um assunto bem divertido: os aplicativos. Com o desenvolvimento tecnológico atual, estamos perante uma revolução na maneira de comunicar por parte das empresas e até de fazer as mais pequenas tarefas sejam elas pessoais ou profissionais.

Nesse sentido, para entendermos o que está na origem desta revolução temos que nos voltar para os jogos online e para os smartphones e tablets. Isto porque os jogos online sempre tiveram bastante procura, nomeadamente os MMORPG’s, os jogos de casino e casas de apostas, mas por alguma insegurança ou até por indisponibilidade de horários sempre tiveram um pública que ou os jogava apenas de vez em quando ou evitava mesmo este tipo de jogos. 

Porém com a massificação do uso de smartphones e tablets esta situação mudou por completo, uma vez que permitiu que cada utilizador pudesse jogar estes jogos multijogador em qualquer site, jogar os jogos de casino mais conhecidos em sites como http://www.jogosdecasino.pt póquer ou roleta ou consultar sites de apostas, em praticamente qualquer lugar sem assim ter que perder torneios, horários ou a possibilidade de colocar uma aposta.

A partir daqui a grande maioria das empresas percebeu as potencialidades deste mercado que além de permitirem que qualquer pessoa pudesse estar online também aumentam as possibilidades de comunicação das empresas com uma capacidade de personalização que mais nenhum mercado disponibiliza. Assim, hoje em dia, qualquer utilizador de um simples smartphone possui um lote imenso de aplicações (apps) que permitem, por exemplo, editar fotos,  ler um livro e etc.

Atualmente os grandes aplicativos de sucesso são:

Para edição de fotos:

Para publicar vídeos:

Para jogos:

Para música:

Para transporte:

E para comunicação, o bom e velho WhatsApp.

Vale lembrar que existem MUITOS aplicativos para tudo que você pensar. Alguns gratuitos, outros com versão paga (que acrescenta alguns benefícios para o cliente que comprar), mas, ainda sim, com custos em conta para todo mundo.