1 de setembro de 2014

Funk-pop é o som que veio para ficar

Sem querer, Ludmilla conquistou nosso coração e promete ser a nova revelação musical do funk-pop no Brasil, ritmo com crescimento significativo aqui.

Tem muito brasileiro que não gosta de admitir, mas, quer queira ou não, o funk é um ritmo popular no Brasil e traz consigo uma parte das nossas raízes musicais, assim como o samba, o forró e o axé. E, como quase tudo que ocorre nesta terra tupiniquim, o funk vem, aos poucos, se mestiçando com elementos da música pop, tendo como um dos principais objetivos atingir um maior público de ouvintes.

Podemos dizer que, pelo menos atualmente, Valesca Popozuda e Anitta foram as responsáveis por disseminar o que aqui chamamos de funk-pop. Seus singles, Beijinho no Ombro e Show das Poderosas, respectivamente, alteraram fortemente o triunfo que o sertanejo universitário obtinha há bastante tempo no Brasil.

Seguindo a linha já tão aceita, a cantora Ludmilla (ex-Mc Beyoncé, dona do sucesso popular Fala mal de mim) teve contrato fechado com a Warner Music e lançou, na última semana, seu primeiro álbum de estúdio, intitulado Hoje.



Seu primeiro single, a faixa Sem Querer, foi lançada no início do ano e teve a recepção favorável que Ludmilla precisava em sua estreia, sendo uma das músicas mais tocadas nas rádios brasileiras. O fato deu força e fôlego para um maior investimento da gravadora, que não poupou esforços e investiu ainda mais nos projetos da garota. O exemplo claro disso está no clipe do single Hoje, que não deixa nada a desejar se comparado a clipes de grandes artistas internacionais. 



O álbum recém-lançado traz duetos com Belo e Buchecha, além de faixas que exploram o funk, o pop, o eletro e até as baladas românticas. A mistura perfeita para a música popular que agrada os ouvintes do funk (e, obviamente, do funk-pop).

O funk-pop vem (que vem, que vem) com tudo e nós não estamos exagerando. O próximo projeto à vista é o tão aguardado álbum de estreia solo de Valesca.